quarta-feira, 8 de outubro de 2008

ANJOS MENSAGEIROS DE LUZ




Os Anjos são mensageiros de luz. Eles nos protejem e nos inspiram boas resoluções.

Anjos mais próximos de Deus são: os serafins, querubins, os tronos.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

hirtória do chiclete


História do chiclete
A origem do hábito de mascar chiclete é controversa. Alguns autores afirmam que o hábito de mascar gomas surgiu entre os índios da Guatemala, que mascavam uma resina extraída de uma árvore denominada chicle com a finalidade de estimular a salivação. Outros, que o hábito surgiu entre os Maias, no México, que mascavam uma goma obtida de um látex que escorria de cortes de uma árvore conhecida como Sapota zapotilla, hábito que os Astecas posteriormente assimilaram. Também na Grécia antiga era comum mastigar a resina de uma árvore chamada mastiche para lavar os dentes e melhorar o hálito.
Nos anos 60 do século XIX, Antonio López de Santa Anna (presidente e general mexicano exilado nos EUA) levou para a América do norte uma resina cremosa (látex) a que chamavam chicle. Apresentou-a a Thomas Adams Jr, um fotógrafo e inventor nova-iorquino, que tentou, sem sucesso, vulcanizá-la, utilizando-a depois para o fabrico de pastilhas elásticas que se tornaram um sucesso. Mais tarde, melhorou-lhes o sabor, acrescentando um pouco de licor, o que agradou aos seus clientes.

Mulher fazendo bolha de chiclete
Industrialmente, a produção do chiclete iniciou-se em 1872 quando o americano Thomas Adams Jr iniciou a venda de pedaços de cera parafinada com alcaçuz.
O nome "chiclete" deriva-se de Chiclets, um produto da ADAMS.
As duas grandes guerras mundiais, principalmente a segunda, contribuíram para o aumento da popularidade da pastilha elástica, não só nos EUA mas também um pouco por todo o mundo. Era tida como terapia relaxante para o stress diário de que as pessoas eram vítimas.
Com o aumento do seu consumo, os fabricantes tiveram de procurar novos produtos que substituíssem as resinas naturais. Surgiram novos tipos (sem açúcar, com novas cores, novos sabores, novos formatos, etc.) e novas marcas de pastilhas. No Brasil, a fabricação e a venda do produto iniciou-se em 1945, sendo Natal (Rio Grande do Norte) a primeira cidade brasileira a conhecer o produto[carece de fontes?].

quarta-feira, 1 de outubro de 2008




AMIZADE
Quantos amigos você tem?
Não! Não responda ainda.
Amizade não é “Oi tudo bem?”
Amizade é afeição, é compreensão, respeito, carinho, intimidade.
Amizade é um conhecimento recíproco.
Onde você conhece seu amigo, e ele lhe conhece.
Você sabe as manias dele, os gostos dele, o time que ele torce.
Ele sabe a sua maneira de pensar, agir, falar.
Sabe que quando você se cala, é porque está triste.
E também sabe o que dizer para elevar os ânimos.
Ele sabe ser um bom ouvinte quando é preciso.
E sempre diz que você pode contar com ele.
Você confia no seu amigo, e ele em você.
Às vezes ele quer saber dos seus problemas.
Quer ajudar você a melhorar.
E em uma reviravolta...
Você nega-se a falar.
Ele não fica bravo.
Ele entende.
Diz que está tudo bem, que você pode contar com ele, e se algum dia você achar que deve...
Você conta o que aconteceu
Ele ainda fala: - “O mundo está pesado sobre seus ombros?” Eu lhe ajudo a firmar os pés.
Há pessoas que você conhece a vida inteira e não são dignas do título de amigos.
E também há pessoas que conhecemos há pouquíssimo tempo, e daríamos a vida por elas.
A amizade não tem preço.
Ela não tem retorno.
Você não espera que seu amigo confie em ti.
Basta você confiar nele.
Não importa o que as outras pessoas falem.
Seu amigo; é seu amigo: inatingível.
Não importa o que ele fez.. - mesmo se você tiver dito para não fazê-lo –
Você entende. Você o apóia. Você o perdoa.
Na amizade não há pontos finais...Apenas algumas vírgulas.
Na amizade não há erros. Apenas impasses.
A verdadeira amizade não tem tempo para ser construída.
Podem ser 13 anos. Pode ser apenas 1. Pode ser imediatamente.
Você não se pergunta: “Ele é mesmo meu amigo?”
Você sabe. Você sente.
A amizade é um sentimento recíproco..Quente...Adorável...Indestrutível...
A amizade...é eterna.
Por isso...
Agora diga-me:
Quantos amigos de verdade você tem???
Diogo de Sousa Campos
19 anos
Cursando Jornalismo na UNIVALI – Itajaí – SC
Pais: Doroti Lima de Sousa
João Ademir Rates de Campos
Tia Dóris Lima de Souza

terça-feira, 30 de setembro de 2008

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

O SEMELHANTE ATRAI O SEMELHANTE

Há uma lei mental que é assim enunciada: o semelhante atrai o semelhante, ou em outras palavras, o igual atrai o igual. Isto quer dizer que o pensamento atrai a realidade do seu conteúdo. A partir desta verdade, você estará se dando conta de que pensamentos de fracasso atraem o fracasso, pensamentos de sucesso atraem o sucesso, de amor atraem o amor, de tristeza atraem a tristeza, de alegria atraem a alegria, e assim por diante.O pensamento é uma realidade mental que atrai a realidade física.
Os seus pensamentos, portanto, fazem a sua vida. A sua vida é a materialização, ou a expressão dos seus pensamentos constantes.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

TODOS PELA EDUCAÇÃO




Oferecer maiores oportunidades de aprendizagem no período da escolarização obrigatória e assegurar que, ingressando mais cedo no sistema de ensino as crianças prossigam nos estudos, alcançando maior nível de escolaridade."maior aprendizagem, não depende do aumento do tempo, de permaência na escola, mas sim do emprego MAIS EFICAZ DO TEMPO."
Pensando nisso a professora Viviane da 23ª CRE, organizou um encontro entre as professoras da escola Quintella, de Vacaria , para debatermos sobre diversos assuntos referentes ao dia a dia do professor em sala de aula , e da espectativa de ensinar e obter resultados.


O encontro foi ótimo e nos proporcionou mais um grande aprendizado.


terça-feira, 16 de setembro de 2008

HORA DO CONTO







O momento da leitura é muito importante numa sala de aula, pois é nessa hora que os alunos entram no mundo da imaginação e escolhem um personagem da história para se identificarem, e com ele, sonhar, imaginar, deixando assim fluir o pensamento. É nesse momento, que, aqueles alunos que ainda não conseguiram ler soltam a sua imaginação e fazem de conta que estão lendo.